Os textos publicados não terão a ordem dos livros nem tampouco dos dicionários. Virão da desordem da vida, do improviso das águas, das impressões sobre qualquer coisa. Tudo que carregue o mistério de ser letra, verso, prosa. A única lógica será não ter lógica nenhuma. Pode ser que sirva, pode ser que exista, pode ser que dê. Quem sabe?
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sábado, 28 de julho de 2012
Odes, Ricardo Reis
Vivem em nós inúmeros;
Se penso ou sinto, ignoro
Quem é que pensa ou sente.
Sou somente o lugar
Onde se sente ou pensa.
Tenho mais almas que uma.
Há mais eus do que eu mesmo...
Minha rua está cheia de pregões, Mario Quintana
Minha rua está cheia de pregões.
Parece que estou vendo com os ouvidos:
“Couves! Abacaxis! Caquis! Melões!”
Eu vou sair pro Carnaval dos ruídos,
Mas vem, Anjo da Guarda… Por que
pões
Horrorizado as mãos em teus ouvidos?
Anda: escutemos esses palavrões
Que trocam dois gavroches atrevidos!
Pra que viver assim num outro plano?
Entremos no bulício quotidiano…
O ritmo da rua nos convida.
Vem! Vamos cair na multidão!
Não é poesia socialista… Não,
Meu pobre Anjo… É… simplesmente… a
Vida!...
sábado, 21 de janeiro de 2012
sábado, 16 de julho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
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domingo, 15 de maio de 2011
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segunda-feira, 25 de abril de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
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