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Os textos publicados não terão a ordem dos livros nem tampouco dos dicionários. Virão da desordem da vida, do improviso das águas, das impressões sobre qualquer coisa. Tudo que carregue o mistério de ser letra, verso, prosa. A única lógica será não ter lógica nenhuma. Pode ser que sirva, pode ser que exista, pode ser que dê. Quem sabe?
terça-feira, 28 de abril de 2015
segunda-feira, 20 de abril de 2015
horizonte
no passo, no regaço, na chuva emaranhada
nos fios soltos de tempo
e nos momentos
aqueles
em que
o átimo
toma a forma
da hora
o céu é teto
o mar
é chão
o vento janela
e você
h o r i z o n t e
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